E quando voltar dos campos em flor
ouvirei o cantar das margaridas no teu peito.
Podemos voltar a plantar as mãos.
Saberei então que é primavera
será março e, pensamos nós,
chegarás renovado à minha nova morada.
Ali começaremos então com o futuro
e as palavras poderão libertar-se
até aos sexos.
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