Das
asas das andorinhas desprende-se, lentamente esta estranha primavera.
O
verão cai sobre o jardim, envolto na orquestra fora de horas da chuva e
nas pétalas que restam das camélias que o vento teimou em desnudar.
Não
sei onde podemos ir buscar o que resta de sol na galáxia para que o dia
se torne luminoso e, por fim, haja um poente para abrir a porta à noite.
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